Desenvolvimento de cultivares de mangueiras israelenses no semiárido brasileiro
Palavras-chave:
Mangifera indica, poda de formação, trocas gasosas, 'Omer', 'Shelly'Resumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho adaptativo inicial de cultivares de mangueiras israelenses cultivadas na região do Submédio do Vale do São Francisco, Brasil. O experimento foi realizado de janeiro de 2019 a julho de 2020, tendo-se utilizado mudas das cultivares Omer e Shelly, aos seis meses após o transplante, em espaçamento de 3×6 m. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em arranjo fatorial 2×3, correspondente às duas cultivares de mangueiras israelenses e ao número de ramos após a poda de formação (três, quatro e cinco ramos), com quatro repetições. Foram analisadas variáveis biométricas, bioquímicas e fotossintéticas, que diferiram entre as épocas de avaliação após as podas. A cultivar Omer é mais vigorosa que a Shelly, e a poda formativa com três, quatro e cinco ramos é recomendada para ambas as cultivares de manga nas condições de cultivo do Vale do São Francisco.Downloads
Publicado
2024-03-22
Edição
Seção
FRUTICULTURA
Como Citar
Andrade, M. J. K. L., Oliveira, A. S. de, Santos, W. F. dos, Silva, L. dos S., Cunha, J. G. da, Souto, A. G. de L., & Calvalcante, Í. H. L. (2024). Desenvolvimento de cultivares de mangueiras israelenses no semiárido brasileiro. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 58(AA), e03173. https://apct.sede.embrapa.br/pab/article/view/27464