Avaliação da sensibilidade da goiabeira 'Pedro Sato' ao ozônio

Autores

  • Regina Maria Moraes Instituto de Botânica image/svg+xml
  • Claudia Maria Furlan Instituto de Biociências
  • Sergio Tadeu Meirelles Instituto de Biociências
  • Deborah Yara Alves Cursino dos Santos Instituto de Biociências
  • Silvia Ribeiro de Souza Instituto de Botânica image/svg+xml
  • Sandra Regina de Araújo da Silva Viola Instituto de Botânica image/svg+xml
  • Fernanda Mendes de Rezende Instituto de Biociências
  • Joyce Marques Barbosa Instituto de Biociências
  • Robson Lazareti Domingos Instituto de Botânica image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1678-3921.pab2011.v46.10358

Palavras-chave:

Psidium guajava, assimilação de carbono, flavonoides, injúrias foliares

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar a sensibilidade da goiabeira 'Pedro Sato' ao ozônio (O3), em comparação à cultivar Paluma, descrita como sensível. Oito plantas de cada cultivar foram submetidas separadamente a ar filtrado e a ar filtrado + O3, cinco horas por dia, durante quatro dias. Foram avaliadas fotossíntese (Asat), injúrias foliares visíveis e concentração de antocianinas e taninos. Plantas das duas cultivares também foram expostas, durante três meses, a condições ambientais em local contaminado por O3, tendo-se avaliado fotossíntese, injúrias foliares e crescimento. Plantas fumigadas com O3 apresentaram redução de Asat e da atividade fotoquímica, além de manifestação de injúrias foliares. 'Paluma' apresentou maior redução de Asat, injúrias foliares mais severas e redução de taninos. Quando exposta ao ambiente contaminado, 'Paluma' apresentou trocas gasosas mais altas, mas apresentou redução de Asat 30 dias antes que 'Pedro Sato'. O crescimento não foi afetado em 'Pedro Sato', cujas injúrias foliares tiveram menor incidência, severidade e precocidade do que em 'Paluma'. A menor taxa de crescimento de 'Paluma' indica maior sensibilidade ao O3. Apesar de responder com menor intensidade ao estresse induzido pelo O3, a cultivar Pedro Sato não pode ser considerada tolerante, pois apresenta danos fotoquímicos, injúrias foliares e alterações nos conteúdos de metabólitos secundários quando exposta a esse poluente.

Biografia do Autor

  • Regina Maria Moraes, Instituto de Botânica
    http://lattes.cnpq.br/0475923171480566
  • Claudia Maria Furlan, Instituto de Biociências
    http://lattes.cnpq.br/5478436254639925
  • Sergio Tadeu Meirelles, Instituto de Biociências
    http://lattes.cnpq.br/6153403084793357
  • Deborah Yara Alves Cursino dos Santos, Instituto de Biociências
    http://lattes.cnpq.br/3084343775765440
  • Silvia Ribeiro de Souza, Instituto de Botânica
    http://lattes.cnpq.br/1318237015797899
  • Sandra Regina de Araújo da Silva Viola, Instituto de Botânica
    http://lattes.cnpq.br/6446765836749393
  • Joyce Marques Barbosa, Instituto de Biociências
    http://lattes.cnpq.br/6290869948864388

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Publicado

2011-12-09

Edição

Seção

FISIOLOGIA VEGETAL

Como Citar

Moraes, R. M., Furlan, C. M., Meirelles, S. T., dos Santos, D. Y. A. C., de Souza, S. R., Viola, S. R. de A. da S., de Rezende, F. M., Barbosa, J. M., & Domingos, R. L. (2011). Avaliação da sensibilidade da goiabeira ’Pedro Sato’ ao ozônio. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 46(9), 971-978. https://doi.org/10.1590/S1678-3921.pab2011.v46.10358