Aspectos tecnológicos e nutricionais de chocolate amargo com adição de farinha de casca de café

Autores

  • Marília Viana Borges Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Cristina Xavier dos Santos Leite Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Ingrid Alves Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Danilo Junqueira Leão Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Sibelli Passini Barbosa Ferrão Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Leandro Soares Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Amanda Beatriz Sales de Lima Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.
  • Carmen Wobeto Universidade Federal de Mato Grosso, Avenida Alexandre Ferronato, no 1.200, Setor Industrial, CEP 78550-728 Sinop, MT.
  • Suzana Caetano da Silva Lannes Universidade de São Paulo, Avenida Professor Lineu Prestes, no 580, Bloco 13-A, Cidade Universitária, CEP 05508-000 São Paulo, SP.
  • Marcondes Viana da Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Praça Primavera, no 40, Primavera, CEP 45700-000 Itapetinga, BA.

Palavras-chave:

Coffea arabica, subproduto, modelo Casson, cor, teste rotacional, sustentabilidade

Resumo

O objetivo deste trabalho foi produzir chocolates amargos com adição de farinha de casca de café (CHF) e avaliar os efeitos gerados nas suas características físicas, físico-químicas, microbiológicas, de textura e reológicas. Foram utilizadas cascas da variedade de café (Coffea arabica) Pacamara, produzida com manejo orgânico. As amostras foram previamente secas, moídas e peneiradas a 0,250 mm. Cinco formulações de chocolates foram previamente padronizadas em 55% de teor de sólidos de cacau (massa e manteiga de cacau) e em 0,4% de lecitina de soja. A adição de CHF foi testada nas concentrações de 0, 2,5, 5,0, 7,5 e 10%, tendo-se utilizado delineamento inteiramente casualizado e três repetições. A adição de CHF até 10% altera as propriedades físico-químicas, de textura e reológicas das formulações de chocolate, mas sem comprometer sua composição e sua qualidade. As formulações testadas diferiram apenas quanto à dureza e à coesividade, avaliadas no perfil de textura. A dureza das formulações de chocolate aumenta à medida que a CHF é adicionada.

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Publicado

2024-08-22

Como Citar

Borges, M. V., Leite, C. X. dos S., Santos, I. A., Leão, D. J., Ferrão, S. P. B., Santos, L. S., Lima, A. B. S. de, Wobeto, C., Lannes, S. C. da S., & Silva, M. V. da. (2024). Aspectos tecnológicos e nutricionais de chocolate amargo com adição de farinha de casca de café. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 59(AB), e03484. https://apct.sede.embrapa.br/pab/article/view/27732

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