Plantas transgênicas resistentes a insetos - perspectivas e limitações

Autores

  • Luiz Antônio Barreto de Castro

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1678-3921.pab1992.v27.3842

Palavras-chave:

controle biológico, engenharia genética, biotecnologia

Resumo

Os investimentos realizados para o controle de doenças, pragas e ervas daninhas por métodos químicos em nível mundial evoluiu de US$ 850 milhões em 1960 para US$ 17,4 bilhões em 1986. Esta tendência de aumento reduziu-se nos últimos quatro anos para 2,4% ao ano, provavelmente em função de fortes pressões sociais para conservação ambiental. A estes fatores se somarão certamente os métodos modernos de biologia molecular que permitem atualmente não só a engenharia genética de microorganismos entomopatogênicos, como a própria produção de plantas transgênicas com estas características. Estas pesquisas são limitadas atualmente por dois fatores principais. O primeiro, diz respeito a dificuldades de manipulação de leguminosas e gramíneas em nível de cultura de tecidos, transformação e regeneração de plantas. O segundo, corresponde à insuficiente disponibilidade de genes provenientes de B. thuringiensis que codifiquem para toxinas entomocidas principalmente para Coleopteros. Essas limitações serão analisadas neste trabalho, bem como as perspectivas para superação dessas dificuldades.

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Publicado

1992-12-01

Edição

Seção

AGROMETEOROLOGIA

Como Citar

de Castro, L. A. B. (1992). Plantas transgênicas resistentes a insetos - perspectivas e limitações. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 27(13), 319-324. https://doi.org/10.1590/S1678-3921.pab1992.v27.3842

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