Longevidade pós-colheita da uva sem sementes 'BRS Vitória' submetida a armazenamento a frio e à aplicação de acibenzolar-S-metil

Autores

  • Ronan Carlos Colombo Universidade Estadual de Londrina, Caixa Postal 10.011, CEP 86057-970 Londrina, PR.
  • Reginaldo Teodoro de Souza Embrapa Uva e Vinho, Estação Experimental de Viticultura Tropical, Caixa Postal 241, Sítio Embrapa, CEP 15700-000 Jales, SP.
  • Maria Aparecida da Cruz Universidade Estadual de Londrina, Caixa Postal 10.011, CEP 86057-970 Londrina, PR.
  • Deived Uilian de Carvalho Universidade Estadual de Londrina, Caixa Postal 10.011, CEP 86057-970 Londrina, PR.
  • Renata Koyama Universidade Estadual de Londrina, Caixa Postal 10.011, CEP 86057-970 Londrina, PR.
  • Ana Paula Bilck Universidade Estadual de Londrina, Caixa Postal 10.011, CEP 86057-970 Londrina, PR.
  • Sérgio Ruffo Roberto Universidade Estadual de Londrina, Caixa Postal 10.011, CEP 86057-970 Londrina, PR.

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1678-3921.pab2018.v53.25608

Palavras-chave:

Botrytis cinerea, Vitis, indução de resistência a doenças, incidência de mofo-cinzento, conservação pós-colheita, vida de prateleira

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar períodos de armazenamento em câmara fria e longevidade pós-colheita da uva apirena 'BRS Vitória', submetida à aplicação do indutor de resistência a doenças acibenzolar-S-metil (ASM). Os cachos foram tratados, ou não, com ASM a 1%, individualizados em bandejas de plástico e mantidos em câmara fria a 2±1ºC e à alta umidade relativa por três períodos (30, 45 e 60 dias), seguidos por cinco dias de avaliação da vida de prateleira, a 22±2ºC. Após cada período de armazenamento, avaliou-se a incidência de mofo-cinzento (Botrytis cinerea), e realizaram-se as análises físico-químicas dos cachos. Utilizou-se o delineamento completamente casualizado, com quatro repetições, em dois arranjos fatoriais 2x3: um com avaliação de ASM e períodos de armazenamento em câmara fria; e outro, de ASM e períodos de armazenamento em câmara fria + vida de prateleira. O ASM não alterou as características físico-químicas dos cachos, e a incidência de mofo-cinzento foi inferior a 1% em todos os tratamentos. A perda de água dos cachos aumentou com os períodos de armazenamento. Mesmo sem a aplicação de ASM, a uva 'BRS Vitória' pode manter sua qualidade pós-colheita por até 60 dias de armazenamento em câmara fria, além de mais cinco dias de vida de prateleira em bandejas de plástico.

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Publicado

2018-10-09

Como Citar

Colombo, R. C., Souza, R. T. de, Cruz, M. A. da, Carvalho, D. U. de, Koyama, R., Bilck, A. P., & Roberto, S. R. (2018). Longevidade pós-colheita da uva sem sementes ’BRS Vitória’ submetida a armazenamento a frio e à aplicação de acibenzolar-S-metil. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 53(7), 809–814. https://doi.org/10.1590/S1678-3921.pab2018.v53.25608

Edição

Seção

FRUTICULTURA