Uso de ultrassom para superação de dormência em sementes de <i>Ochroma pyramidale</i>

Autores

  • Ana Paula Falcão Freire Universidade Federal do Acre, Rio Branco, AC.
  • Eduardo Pacca Luna Mattar Universidade Federal do Acre, Rio Branco, AC.
  • Harley Araújo da Silva Universidade Federal do Acre, Rio Branco, AC.
  • Luz Patricia Velásquez Dávila Universidade Federal do Acre, Rio Branco, AC.
  • Luis Eduardo Maggi Universidade Federal do Acre, Rio Branco, AC.

Palavras-chave:

Ochroma pyramidale, emergência, germinação, tratamento ultrassônico

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de ondas ultrassônicas, em modo contínuo, em diferentes frequências, intensidades e tempos de exposição no tratamento pré-germinativo de sementes de Ochroma pyramidale, espécie conhecida comumente como pau-de-balsa. Para os testes de germinação e emergência em areia, adotou-se o delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições de 50 sementes cada uma. Foram avaliados dez tratamentos: controle (T1); água quente a 80°C (T2); e ultrassom (T3 a T10) ajustado em diferentes combinações de frequências (1,0 e 3,0 MHz), intensidades (1,0 e 2,0 W cm-2) e tempos de exposição (2 e 3 min). O T2 apresentou a melhor percentagem de germinação de (84%), seguido pelo T8 (70%). Quanto ao índice de velocidade de germinação, T2 e T8 apresentaram os melhores valores de 7,35 e 6,83, respectivamente. O T2 também apresentou o melhor índice de velocidade de emergência de 4,65. Embora a imersão em água quente a 80°C tenha se destacado como o melhor método, o ultrassom (frequência de 1,0 MHz, intensidade de 2,0 W cm-2 e tempo de exposição de 3 min) apresentou efeito positivo na superação da dormência em sementes da espécie avaliada.

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Publicado

2026-05-08

Como Citar

Falcão Freire, A. P., Luna Mattar , E. P., Araújo da Silva, H., Velásquez Dávila, L. P., & Maggi , L. E. (2026). Uso de ultrassom para superação de dormência em sementes de <i>Ochroma pyramidale</i>. Pesquisa Agropecuária Brasileira, e03835. Recuperado de https://apct.sede.embrapa.br/pab/article/view/28262